fenômenos hipnóticos

Os fenômenos hipnóticos são: “rapport”, catalepsia, amnésia, anestesia, analgesia, regressão, progressão, alucinações positivas, alucinações negativas.
Há uma série de teorias para explicá-la, mas a mais interessante é a eclética, que considera a hipnose como um fenômeno neurofisiológico e dinâmico.
Fenômeno neurofisiológico, sem dúvida é, já que a hipnose é um estado de diminuição da atividade cortical, passível de ser induzido em qualquer pessoa mediante estimulação de tipo neurofisiológica. É também dinâmico, pois durante a hipnose o psiquismo se manifesta.
Se o fenômeno dinâmico não se verifica, o neurofisiológico também não. Por exemplo: indivíduo ansioso dificilmente coloca alguém em hipnose, e de outro lado se um fenômeno de transferência negativa se verifica o indivíduo não aceita determinado operador. A técnica neurofisiológica é a pavloviana, pura reflexologia.
Assim, a estimulação de um determinado centro provoca uma onda de defesa por parte do cérebro. De fato, se assim não fosse, com os estímulos que bombardeiam cérebro constantemente estaríamos em estado perene de violenta excitação. Diante do estímulo rítmico, monótono e persistente, ou através de um choque violento (hipnoestimulação), o cérebro abafa a estimulação. Apaga uma célula, logo outra, até o sono hipnótico. No caso do choque ser violento, o cérebro pára, simplesmente. A hipnose pode ser induzida através de estímulos tácteis, auditivos, visuais e olfativos.
Várias teorias foram e são apresentadas, mas nenhuma foi considerada exata, ou totalmente aceita. E se entende a razão, estamos tentando definir um fenômeno do cérebro, este órgão sobre o qual conhecemos tão pouco e do qual utilizamos somente uma parte mínima. Mas sabemos como utilizar esta energia e como fazer para acessar.
Existem variadas técnicas para se alterar o estado normal da consciência e obter-se o nível ideal de transe. A mais utilizada é o relaxamento profundo e a concentração da mente.

 

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